Archivo del Autor: El Guaraní Próspero

UMA CULTURA CENTENÁRIA

HÁ MUITO O QUE MELHORAR

O cidadão sofre com o peso do governo sobre as suas costas,

trabalha mais da metade do ano (52%) só para pagar impostos,

é refém da indústria das multas de trânsito,

trabalha o tempo todo sob o terrorismo de fiscais e achacadores de todo tipo (Fazenda estadual, prefeitura, trabalho, meio ambiente, IPEM, INMETRO, ANVISA)…

paga pouco aos seus funcionários por conta de um custo altíssimo de encargos,

e para completar, o estado exerce um quase total controle sobre a vida do cidadão. 


Total controle sobre o cidadão

No Brasil se chegou ao extremo de que cada venda feita em um supermercado ou em outro estabelecimento qualquer, primeiro tem que ser transmitida ao servidor da fazenda estadual (SEFAZ) em forma de arquivo eletrônico (xml) para receber aprovação. E sim, a venda pode ser recusada, se por infelicidade do comerciante, um único produto na lista estiver com um código fiscal informado erroneamente, tipo CST=20 quando deveria ser CST=60. Se tudo estiver correto o servidor da SEFAZ aprova a venda e o cupom é encerrado no caixa, mas se algo estiver errado a venda é recusada. Agora imagine num caixa de supermercado em que acabou de se passar pelo aplicativo de vendas um carrinho cheio de produtos (quase 100) e por causa de um único produto que contém um erro de cadastro no que tange à sua classificação fiscal, a venda é recusada e o cupom cancelado. A funcionária do caixa fica com uma tremenda ‘cara de tacho’ e o cliente fica ‘puto da vida’ e então inicia-se a venda toda novamente. Isto é Brasil. Isto é uma estrutura de total controle que foi gradualmente implementada com o objetivo de conduzir o país ao mesmo nível de total controle do cidadão como já existe atualmente em Cuba e na Venezuela, só que por lá as coisas não são tão eficientes e modernas assim. Aqui no Brasil, os criminosos comunistas chegaram ao ‘supra-sumo’ da eficiência, implementando um super computador de nome ‘T-Rex’ e um software de nome ‘Harpia’ que juntos, tem a capacidade de controlar todos os contribuintes do Brasil, Estados Unidos e Alemanha juntos. Uma vez implementada essa estrutura, chegaria um momento em que todo cidadão seria obrigado a informar seu CPF sempre e em cada compra e somente poderia comprar o que o ‘estado’ lhe permitisse. Se em sua lista de compras houvesse um ou mais itens ‘não permitidos’ sua compra seria recusada. Se você acha que estou exagerando, pesquise a respeito da NFC-e e o novo layout 4.0 – Está nos planos para ser implementado em breve, o cruzamento dos dados de cada produto vendido, onde será verificado se o código (GTIN) informado corresponde ao NCM (numeração comum do mercosul) e à classificação fiscal informada. Isso será feito item a item, on-line e em tempo real, a cada venda feita, em cada estabelecimento comercial, e se os dados informados em uma venda não estiverem 100% corretos, a venda é recusada. O software Harpia é capaz de ‘aprender’ o comportamento de cada contribuinte e assim detectar irregularidades. Daí para se chegar ao ponto em que cada CPF só poderá comprar produtos de determinados grupos de NCM, é um passo.  Não se pode chamar isso de livre mercado, nem tampouco de livre comércio, muito menos de liberdade financeira. É simplesmente absurdo que isso esteja acontecendo e que um a um, todos os estados da federação estejam adotando esse tipo de sistema que começou em São Paulo com a Nota Paulista e foi se espalhando pelos demais estados com o nome ligeiramente diferente, Nota Fiscal ao Consumidor eletrônica (NFC-e). É muita interferência do estado na vida do cidadão e do empresário e como isso vem sendo adotado gradualmente, ninguém se dá conta, todos aceitam, e vão se tornando mais e mais ‘escravos do estado’. E para completar a interferência, o estado brasileiro sempre fez isso, coloca o cidadão contra o empresário/comerciante fazendo o cidadão de fiscal para que, com seu próprio celular, possa verificar se a NF emitida em seu nome é legítima. Como são otários! Enquanto o cidadão otário e metido a fiscal pensa que está denunciando o comerciante, o estado está recolhendo mais e mais informações acerca do cidadão, informações essas que já estão sendo cruzadas em tempo real por um super computador de nome ‘T-Rex’ com um sistema de cruzamento de dados chamado ‘Hárpia’, com capacidade de cruzar informações e rastrear cada movimento de cada CPF ou CNPJ.


Livre mercado e estado de direito

Enquanto que no Brasil o estado impõe ao empresário a utilização de softwares fiscais credenciados e homologados e impõe aos programadores (software-houses) regras e normas fiscais quase impossíveis de se alcançar para se obter a certificação ou homologação, no Paraguai é o comerciante ou empresário que escolhe qual software quer utilizar para a gestão de seu negócio, incluso para as vendas em frente de caixa, podendo inclusive o software ser de origem estrangeira. O software não precisa ser homologado nem credenciado, precisa apenas preencher alguns requisitos simples, como por exemplo, permitir auditoria. O sistema tributário é bem simples. Enquanto que no Brasil, o manual do contribuinte pode ter mais de quatrocentas páginas, devido ao imenso e absurdo nível de detalhamento técnico para classificação fiscal das mercadorias comercializadas, no Paraguai o manual do contribuinte tem apenas duas páginas. Isso mesmo, duas páginas. Se você compra ou vende qualquer tipo de produto ou serviço, você deve recolher o IVA (Imposto sobre Valor Agregado), que normalmente é de 10%, embora haja vários produtos cujo IVA é de 5% e há situações em que os produtos ou serviços são isentos. Simples, não? E o comerciante ou empresário deve prestar informações ao fisco mensalmente, bem como quitar os impostos devidos, ao passo que no Brasil a informação sobre cada produto que está sendo vendido tem que ser prestada no momento da venda e on-line, e como se isso não bastasse, todo mês o empresário comerciante deve enviar ao seu contabilista (para cotejo, provavelmente) os arquivos xml que JÁ FORAM VERIFICADOS pelo servidor da SEFAZ, para que sejam calculados os impostos devidos e as quantias a pagar costumam ser assombrosas: Já presenciei pequenos comerciantes, cujo imposto em somente uma de suas instâncias (federal) somava mais do que a folha de pagamento de todos os seus funcionários. É ou não é desanimador? Já aqui, no Paraguai, apesar de todas as facilidades, a informalidade ainda é muito presente e, pasmem, não há por aqui aquela neura do ‘rapa’, que são fiscais da prefeitura acompanhados de agentes truculentos e policiais idem, que vão aos locais onde há grande número de ambulantes e camelôs para confiscarem-lhes as mercadorias. Isso acontece no Brasil, porque no Brasil é proibido trabalhar, seja para mera sobrevivência, seja para crescer na vida, seja para gerar empregos e levar dignidade aos demais. É por isso que existe toda uma estrutura contra quem trabalha: Fiscais da prefeitura que entram no seu estabelecimento lhe ameaçando, fiscais da fazenda estadual, fiscais do trabalho, fiscais do IPEM (Instituto de Pesos e Medidas), estes últimos já entram em seu estabelecimento com um caderno e o entregam ao comerciante e dizem: “coloca R$ 200,00 aí dentro e vamos embora sem olhar nada”, além de INMETRO, ANVISA, vigilância sanitária, bombeiros, e por aí vai. Todos vem ao seu estabelecimento investidos de “otoridade” (achacadores) para lhe tomar dinheiro. Não existe nada mais desanimador. Curiosamente, essa mentalidade de “é proibido trabalhar” ou ainda, essa mentalidade de perseguir acintosamente quem quer trabalhar, crescer e gerar empregos, é muito antiga no Brasil. Se você fizer uma pesquisa honesta, verá que essa mentalidade de exploração e desestímulo ao trabalho existe desde a época do Império, desde antes da independência do Brasil. São mais de 200 anos de uma mentalidade retrógrada, sempre voltada à exploração e ao escravismo, e que ganhou ímpeto quando um bando de criminosos assumiu o controle do país e desde então o vem destruindo sistematicamente, e para seus próprios interesses. Houve várias fases nesse processo que dura até os dias de hoje, e cada fase teve um nome: República Oligarca, República Constitucional, Estado Novo, República Populista,  Ditadura Militar e por fim,  Nova República. Ou seja, os criminosos que tomaram o poder e depuseram o Império, são os mesmo até hoje e o nome que deram à Republica de então não nega o que são: Oligarcas. E depois, você acha que o novo presidente vai dar um jeito nisso? São décadas de uma mentalidade comunista e que vem estruturando o país para o total controle, ou seja para um comunismo total, igual ao da Coreia do Norte, e fico aqui pensando: coitado do Bolsonaro quando começar a mexer nesse vespeiro. Esses criminosos formam uma grande equipe e juntos já destruíram vários países da America do Sul e Central: Cuba, Nicarágua, Venezuela, Equador, Bolívia, Argentina e Brasil e certamente não vão largar o osso assim facilmente. Vão dar ainda muito trabalho e muitas ações terroristas estão por vir porque o que essa gente mais odeia é a liberdade e a prosperidade dos povos. Estude um pouco sobre as verdadeiras causas da guerra do Paraguai (Triple Alianza) e você começará a entender o porque das grandes dificuldades pelas quais o Brasil passa e sempre passou.


Atualização, dia 05 de janeiro de 2019

Antes de escrever este artigo, eu tinha gravado uns áudios para enviar a um amigo no Brasil. Depois e verifiquei que, ouvindo os áudios, eles descrevem certas situações de forma tão clara, tão didática, que resolvi transformá-los em vídeos. Bom, não dá pra transformar áudios em vídeos, mas dá para fazer um slide-show. Foi o que eu fiz. Então, caro leitor, caso queira ouvir o conteúdo dos vídeos abaixo, retire as crianças da sala, porque, quando estou falando, não sou tão educado e comportado como sou quando escrevo e os palavrões se tornam as vírgulas e os pontos das minhas expressões. Assista-os na sequência para não prejudicar o entendimento e divirta-se!





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Sistema de Facturación para Almacenes, Despensas y Autoservices

 

EL SISTEMA VANGUARD

Vanguard es una aplicación de gestión y ventas, registro, fijación de precios, control de stock y impresión de etiquetas que ha sido desarrollado con la óptica del cliente usuario, a diferencia de otras aplicaciones similares, que se desarrollan normalmente con la óptica del programador. Participaron en el desarrollo, a lo largo de los últimos 15 años, dueños, gerentes y empleados de supermercados, panaderías, tiendas de ropas, material eléctrico y de construcción, de forma que el sistema está bien ajustado a las necesidades del negocio, desde la recepción de mercancías hasta la venta en las cajas, pasando por la generación de etiquetas, control de stock, informes de ventas, cierre de las cajas, etc. En este artículo, vamos a describir un poco de las características del programa.



Como se puede ver en la foto arriba y en los videos demostrativos, en la aplicación de frente de caja la pantalla de ventas cubre totalmente la pantalla del monitor, no dejando a la vista elementos extraños a la aplicación o que puedan causar distracciones. Las letras y demás elementos de la pantalla de ventas son grandes, lo que facilita la visualización por parte del operador y también por el cliente, no quedando dudas sobre lo que está siendo vendido. La operación es fácil y rápida y con un mínimo de entrenamiento ya se está operando satisfactoriamente el sistema.


Haciendo una venta


Consultando precios


Comprobando el duplicado


Registrando un producto nuevo


Cambio de precios y impresión de etiquetas


Corregir la cantidad en stock de  un producto


Procesar las ventas das cajas


Comprobar las ventas en las cajas


LO QUE USTED NECESITA:

Para cada punto de venta y caja:

01 – Equipo completo (CPU, teclado y ratón)  +

01 – Monitor con resolución de pantalla 1366×768  (Incluso CPU U$ 350,00)

01 – Lector de código de barras Bematech BR400 (U$ 35,00)

01 – Cajón de dinero Bematech (U$ 63,00)

01 – Impresora matricial de cupones Bixolon SRP270 o Epson TM U220 (U$ 261,00)

Total aproximado para montar un punto de venta: (U$ 709,00)


Para la retaguardia (recomendable pero no obligatorio)

01 – Equipo completo (CPU, teclado y ratón)  +

01 – Monitor con resolución de pantalla 1366×768  (Incluso CPU U$ 350,00)

01 – Lector de código de barras Bematech BR400 (U$ 35,00)

01 – Impresora de inyección de tinta o láser A4 (U$ 220,00)

Total aproximado para montar la retaguardia: (U$ 605,00)


Implementación del sistema: (+595 991 247-500)

Gs 3.000.000 para el equipo de retaguardia y hasta 2 cajas y 600mil por equipo adicional. Incluye instalación del sistema operativo (Windows), configuración de red, instalación de aplicaciones de automatización y entrenamiento para las personas que van a utilizar los sistemas. Incluso 4 soportes técnicos y actualizaciones en el primer año. Se pude combinar también un valor menor a ser pagado en la implementación pero com pago de mantenimento mensual.

El registro de productos, cuando sea necesario, será cobrado a la parte, valor a combinar.


 

La muerte (inevitable) de las despensas y almacenes

¿Que está faltando?

Aunque tienen muchos puntos positivos, incluso algunos que nos remiten a nuestros más tiernos recuerdos de infancia, los almacenes, despensas y autoservices tienen también muchos puntos negativos y es justamente estos últimos que los llevarán a una desaparición muy breve. El principal punto negativo es la falta de profesionalización y como consecuencia de la falta de éste, otros puntos negativos se vuelven evidentes.


Hay que profesionalizarse

Las despensas, almacenes y autoservices están condenados a morir. A pesar de ser una tradición en Paraguay, a pesar de haber movimientos y campañas para mantenerlos vivos, aún así, esas formas de comercio están a punto de desaparecer. Los Grandes supermercados no son exactamente la amenaza para este tipo de negocio, sino los Mini Markets. ¿Es porque? Los Mini Markets, a pesar de no tener una atención personalizada y calurosa como en los comercios de naturaleza familiar, están mejor estructurados y siguen el modelo de los grandes supermercados, sólo que a pequeña escala. Mientras que los grandes supermercados suelen tener doce, dieciocho y hasta veinticuatro cajas (o más), los Mini Markets tienen como máximo cuatro o cinco cajas. Siempre cuentan con carnicería, panaderia y verdulería  y su espacio físico es menor e internamente están bien organizados y las mercancías están bien distribuidas y posicionadas de tal forma que el cliente que entra para comprar sólo un producto o dos, acaba siempre recordando comprar más algunas cosas y, al final, sale con al menos media docena de productos.  Hay un personal para atender al cliente en caso de que el mismo tenga alguna dificultad en encontrar algún producto y siempre hay empleados en las cajas para completar la compra de forma mucho más ágil que en los establecimientos familiares y siempre proveen el ticket (factura legal) que para muchas personas actualmente es importante, ya que permite la comprobación de gastos a efectos de impuesto sobre la renta personal.


Si no, va a morir

A medio y largo plazo, la diseminación de establecimientos con el concepto de Mini Market va a llevar a suceder en Paraguay lo mismo que ocurrió en Brasil: la muerte de los comercios de naturaleza familiar. En Brasil, en muchas regiones, ya no existen las ‘vendinhas’, ‘empórios’ y ‘armazéns’. Fueron engullidos por los supermercados. Sólo para esclarecer, supermercados en Brasil, son los Mini Markets del Paraguay, son establecimientos con un máximo de 6 cajas. Ya lo que son llamados de Supermercados en Paraguay, en Brasil son llamados HiperMercados, caso del Condor, Big, Carrefour, etc. Las actuales políticas gubernamentales orientadas al crecimiento de la economía en el país, acaban por crear facilidades y atraer a muchos empresarios extranjeros con gran experiencia en el sector de los pequeños mercados, y que al llegar aquí, se enfrentan a ese vacío, o sea, o hay gigantes, o hay las pequeñas despensas, almacenes y autoservices. ¿Qué van a hacer estos empresarios? Establecer cada vez más, negocios con el concepto de Mini Market, igual a los que ya existen actualmente en Asunción, las redes CityMarket, Día%, y Biggie Express. ¿Qué pasará con los negocios familiares? Los que no se profesionalizan, van a morir, van a desaparecer. Esta es la triste realidad. Si quieren permanecer en el mercado, tendrán que obligatoriamente profesionalizarse.


Resistencia a los cambios

Visito diariamente varios de estos tipos de comercio y lo que he percibido es una enorme resistencia a los cambios. Es un enorme complejo de Gabriela. “Había una canción en los años ochenta en Brasil, que se llamaba ‘Gabriela Cravo y Canela [Gal Costa]’ y un fragmento de la letra decía exactamente eso: “Yo nací así, yo crecí así y soy así, voy a ser siempre así, Gabriela, siempre Gabriela”. Muchos dueños de negocios familiares son verdaderos ‘gabrielones’. Nacieron así y van a morirse así. No se permiten cambiar. Tienen verdadero horror a los cambios. Si alguien entra en su establecimiento para ofrecerle algo nuevo, algo que podrá impactar directamente su negocio, ellos atienden de la siguiente manera: Casi no dan atención al visitante y les dicen: después te llamo, gracias señor, dale Señor. Si el visitante intenta hablar algo más, repiten la misma cosa pero ahora con más énfasis. Después te llamo, gracias señor, dale señor. La impresión que queda al visitante es que quieren deshacerse de él. Una persona que conduce un negocio nunca debería cerrarse a las nuevas maneras de conducir su propio negocio, pero curiosamente se cierra, y haciendo eso, está escribiendo y firmando la sentencia de muerte de su propio negocio.


No hay gestión

La mayoría absoluta de los pequeños negocios familiares, carece de una metodología de gestión. Por otra parte, la gestión es una palabra distante de la realidad de los dueños de esos negocios. Sólo compran mercancías y luego las venden. No poseen registro de entrada ni de salida, tampoco saben cuánto pierden por cuenta de pequeños hurtos, mercancías estropeadas o vencidas. También no tienen ni idea de cuánto están ganando. Si consiguen pagar sus compromisos mensuales y aún les queda algún dinero, entonces el negocio va bien, no les importa cómo. Aún es común para esos dueños de negocios, la práctica del fiado, que en los establecimientos de mayor porte es inexistente. Algunos afirman que es un diferencial para los clientes, pero el hecho es que, los mismos clientes que compran fiado en los pequeños negocios familiares, compran a dinero o tarjeta en los establecimientos mayores, o sea, llevan el dinero a los grandes y se aprovechan de los pequeños. Y con el tiempo, el fiado hace los pequeños negocios inviables y acaba por llevarlos a la quiebra. Además, no hay siquiera un sistema de gestión del fiado, es todo en la base de la libreta mismo. ¿Y la atención, entonces? Aunque la principal característica del negocio es la atención personalizada y calurosa, pero ya pasé por situaciones en las que el dueño del negocio estaba ocupado atendiendo a vendedores y al memo tiempo al teléfono, y me dejó esperando por mucho tiempo. No había tampoco un funcionario capacitado para agilizar la atención. Yo casi dejé allí las mercancías y me fui, faltó poco. Esto no és bueno para ningún negocio.


No hay pasión

Es muy común en estos negocios encontrar estantes antiguos, cosas penduradas por las paredes, algunas por el suelo mismo, o sea, no hay una preocupación con el orden y la disposición de las mercancías para facilitar al cliente, porque en muchos casos el cliente ni siquiera tiene el acceso a las mercancías, es el dueño que tiene que recogerlas y entregar al cliente. He visto algunos lugares donde todavía se utilizan balanzas antiguas, aquellas de puntero y mecánicas. Computadora en el punto de venta, ni pensar, como máximo una calculadora para sumar la compra del cliente. No hay una preocupación en agregar tecnologías al negocio. El máximo que se ve en materia de tecnologías más modernas, son las heladeras y los congeladores. Las heladeras porque se suministran (comodato) por los proveedores de bebidas y gaseosas, y los freezers porque son una necesidad imperativa debido al clima cálido. En el más, ninguna otra tecnología se agrega al negocio. Analizado por un perfil más psicológico, no hay, por parte de los dueños de esos tipos de negocio, pasión por sus propios negocios. Los negocios les sirven sólo para su propia supervivencia y nada más. Si hubiera un poco de pasión por el negocio, cada dueño de negocio querría que su negocio fuera mayor que el del otro, más bien surtido, mejor equipado, mejor gestionado. Creo que cualquier dueño de un negocio al comparar el suyo con el de otro, le gustaría decir: “el mío es mayor que el suyo”. pero para eso es necesario pasión por el negocio, gustar del negocio, invertir en el negocio y no apenas servirse del negocio. Vea en el link abajo un ejemplo de pasión por su negócio.

http://infonegocios.com.py/infogourmet/la-despensa-un-pedacito-de-paraguay-en-berlin


Resumen

En resumen, la gran verdad es que, si los dueños de almacenes, despensas y autoservices quieren ver sus negocios continuar funcionando, es imperativo que se profesionalizen. Es imperativo que busquen modernizar sus negocios, pero sin descaracterizarlos. Es imperativo que agreguen tecnología a sus negocios. Es imperativo que adopten un sistema de gestión para continuar conduciendo sus negocios con buen desempeño. Si no se profesionalizan, van a morir y, dentro de diez a quince años como máximo, serán sólo un recuerdo en la memoria del pueblo paraguayo.

 

O PARAGUAI QUE QUE VOCÊ NÃO CONHECE

UM BOM LUGAR PARA NEGÓCIOS

Se você já considerou a possibilidade de montar seu negócio em outro país, que tal conhecer o Paraguai? Empreender no Paraguai? Prosperar no Paraguai? 

SAIBA QUE:

No Paraguai, a carga tributária total que pesa sobre o cidadão, é de apenas 7%.

Você pode pagar melhor aos seus funcionários e ainda assim o custo funcionário é bem menor.

As leis são claras e de fácil entendimento e o sistema tributário é bem simples.

Existe livre mercado, o país está crescendo graças à políticas de crescimento bem definidas e em pouco tempo se obtém o retorno dos investimentos.

Baixo índice de violência e criminalidade.

Há oportunidades de negócios em todos os campos, comércio, indústria e serviços.


Esto es Paraguay!

Sistema tributário mais simples, custos trabalhistas menores, pouca burocracia e ambiente favorável para os negócios levam empreendedores brasileiros a investir no país vizinho. Os entraves nacionais, que sufocam empresários, empreendedores e trabalhadores, estão provocando um êxodo para o Paraguai. Nos últimos cinco anos, os brasileiros abriram sete de cada 10 indústrias do país vizinho.  Saiba mais…

 


Ranking da liberdade econômica

Em matéria de liberdade econômica ou livre mercado, o Brasil ocupa a posição 153 enquanto que o Paraguai ocupa a posição 82, numa escala que vai de 1 a 180 onde 1=Totalmente Livre e 180=Zero Liberdade. Os dados podem ser verificados diretamente no site ‘heritage.org’ e, de acordo com o site os países do mundo estão categorizados em 5 divisões, que podem ser vistas na figura à esquerda. O Brasil se encontra na categoria ‘4-Economia majoritariamente reprimida‘ enquanto que o Paraguai encontra-se na categoria ‘3-Economia moderadamente livre‘. Nessa classificação são levados em conta vários fatores importantes como: Estado de direito, Peso do governo, Eficiência regulatória e Abertura de mercados. No estado de direito são analisados quesitos como, direito e garantia à propriedade, integridade (honestidade) do governo e eficiência da justiça. No item peso do governo são analisados os gastos do governo, a carga tributária e a saúde fiscal. No item eficiência regulatória (ou clareza das leis) são analisados as liberdades para se fazer negócios, constituir empresas, relações trabalhistas, e liberdades monetárias. No item Mercados abertos são analisados o livre mercado, o livre investimento e facilidades de financiamento. Para que se tenha uma ideia do que significam esses números e categorias, vamos fazer algumas colocações. Na posição 1 dessa escala encontra-se Hong Kong, o país onde se tem total liberdade econômica, livre mercado, total garantia de direitos civis e direito à propriedade, etc., etc., etc. Na posição oposta, isto é, na posição 180, temos a Coreia do Norte e para que fique bem claro a posição do Brasil, na posição 179 temos a Venezuela e na posição 178 temos Cuba. Esses países estão na quinta categoria, economia 100% reprimida, onde não há livre mercado, não existe direito à propriedade privada, e são proibidos a livre iniciativa e o empreendedorismo. Encontram-se nessa categoria também,  a Bolívia e o Equador. A quinta categoria começa na posição 160 e o Brasil está a apenas 7 posições de distância, então conclui-se que faltava bem pouco, aliás muito pouco mesmo, para que o Brasil chegasse a mesma categoria onde se encontra hoje a Venezuela, bem como Cuba e Coreia do Norte. Todo um trabalho de aparelhamento do estado e das instituições estava sendo feito para isso. A começar pelas Receita Federal e as Fazendas Estaduais que foram aparelhadas com o que há de mais moderno e eficiente em termos de tecnologia, com o objetivo de assumir o total controle da vida das empresas e do cidadão, como você poderá ler em um parágrafo mais adiante. Se você não é um alienado esquerdista, acho que sabe muito bem o que isso quer dizer. Leia mais sobre isso no artigo do link a seguir.

https://elguaraniprospero.home.blog/2019/01/09/uma-cultura-centenaria/


Moeda e inflação

Agora vamos falar da moeda do Paraguai, isto é, do Guarani. O Guarani foi criado em 1943 e as primeiras cédulas começaram a circular em 1944 e desde então, nunca se cortou um único zero da moeda (já se passaram 75 anos). E mesmo por ocasião de sua criação, em substituição ao Peso Paraguaio, não houve corte de zeros, apenas uma mudança de nome com o objetivo de homenagear a cultura Guarani. Obviamente, ao longo de todos esses anos, houve uma inflação acumulada e atualmente os valores são todos expressados em múltiplos de mil. Uma passagem de ônibus coletivo em Asunción, custa 2.300 (dois mil e trezentos) Guaraníes. Já custou 2.200, já subiu para 2.400 e há poucos dias seu preço baixou para 2.300, uma característica de países onde existe de fato o livre mercado e a liberdade financeira e econômica: os preços acompanham o câmbio e sobem e descem, ao passo que no Brasil, os preços só sobem. Percebe-se também que há uma grande estabilidade econômica no Paraguai, a inflação anual varia de 3 a 4% e o crescimento econômico na última década tem alcançado índices surpreendentes, acima de 6% em alguns anos. Já no Brasil, a situação é bem diferente. Um ano antes da criação do Guarani, em 1942, já se precisou cortar três zeros da moeda brasileira, que na época era o Real (pronunciava-se Réis) e passou a se chamar Cruzeiro. Em 1967, já se fez necessário mais um corte de três zeros (Novo Cruzeiro). Em 1986 mais três zeros foram cortados e o Cruzeiro passou a se Chamar Cruzado. Em 1989, apenas três anos depois, mais três zeros foram cortados e passou a se chamar Novo Cruzado. Quatro anos depois, em 1993, mais uma vez se corta três zeros da moeda e passa a se chamar Cruzeiro Real. A inflação era tão grande e descontrolada nesses tempos, que, apenas um ano depois, com a criação do Real, foi necessário fazer uma conversão de 2.750 para 1, ou seja cada 2.750 cruzeiros passaram a valer 1 Real. Agora imagine se formos colocar de volta ao Real, todos os zeros perdidos: 1 Real valeria 2.750.000.000.000.000.000 Réis. (dois quintilhões e setecentos e cinquenta quatrilhões). Incrível, não e mesmo? E viva o Brasil.


Oportunidades de negócios (1)

Pontos de parada, vinculados a postos de combustíveis ou não, que comportem até dez ônibus.

Há muitíssimas oportunidades de negócios aqui no Paraguai. Falta ainda muita infraestrutura e o Paraguai hoje é um canteiro de obras, há obras por toda a parte, são edifícios sendo construídos,  estradas sendo construídas e/ou duplicadas, e isso cria muitas oportunidades que podem ser convenientemente aproveitadas para negócios de curto, médio e de longo prazo. Vou me focar em apenas três coisas, que são as que percebi mais diretamente e no caso das duas primeiras, senti muito a sua falta no pouco tempo que estou aqui. Falta, nas estradas, pontos de parada para ônibus. Há muitos postos de combustíveis, alguns com lanchonetes, restaurantes ou lojas de conveniência agregados, mas não há pontos com a devida estrutura para os que viajam de ônibus. Se você viaja muito pelo Brasil, já deve conhecer a rede Graal. É algo assim que falta por aqui, mas não com a mesma filosofia praticada no Brasil. Sim, porque no Brasil não se explora o negócio de viagens: explora-se o viajante com a prática de preços mais que abusivos, praticamente extorsivos. Também não se explora o Turismo, explora-se o turista. Devido à falta de locais apropriados, os motoristas das diversas linhas de ônibus, internacionais inclusive, tem que recorrer aos vendedores ambulantes para atender aos passageiros em viagens mais longas. Os motoristas param os ônibus em locais estratégicos, e então entra no ônibus uma vendedora de ‘Chipas’ que é uma especie de mini pão feito a base de farinha de milho, mandioca e queijo. Junto com a vendedora, quase sempre vem também um menino servindo o tradicional ‘cocido’ que para nós no Brasil é o chá mate misturado com leite. Se for numa hora mais quente do dia, esse mesmo menino (ou menina) serve algum tipo de suco gelado e oferece também refrigerantes e água mineral. É uma forma muito precária de resolver as coisas, mas é o que se tem por enquanto. Quem sair na frente e montar locais com estrutura para pelo menos dez ônibus e firmar convênios com as empresas e os motoristas, além de contribuir para a melhora da infra estrutura do país, vai ganhar muito dinheiro. Quando vim para Asunción pela empresa Catarinense partindo de Curitiba, questionei o motorista ainda em Cascavel, sobre onde iria parar para um lanche ou café da manhã. Ele me respondeu que depois que cruza a fronteira, não há nenhum lugar adequado para uma parada de ônibus e que ele ia fazer uma parada no Km 24 para entrar uma ‘Chipeira’ no ônibus e mais tarde pararia em um restaurante em Coronel Oviedo para almoço, que não era exatamente um local adequado mas foi o melhor que a empresa conseguiu encontrar. Quando parou para almoço, percebi que o lugar não tinha a menor condição para esse tipo de serviço, mal comportava dois ônibus estacionados em sua frente, mas a comida era boa e o atendimento rápido. Depois disso já viajei algumas vezes no eixo Asunción-Ciudad del Este que é o movimentadíssimo e as dificuldades dos motoristas são as mesmas: não há local com estrutura onde se possa estacionar um ônibus para que desçam de uma só vez 30 ou mais passageiros de cada ônibus e sejam atendidos rapidamente.


 Oportunidade de negócios (2)

Supermercados de porte médio com até 4 caixas

Pelo menos onde eu me encontro atualmente, em Asunción, há uma característica interessante: não há quase supermercados de médio porte, aqueles supermercados de bairro, com duas, três ou quatro caixas. Ou são gigantes, com 12, 18 e até 24 caixas, ou são pequenas despensas, como são chamadas aqui, mais ou menos parecidas com as antigas ‘vendinhas’ que haviam no Brasil nos anos 60 e 70, só que ainda mais precárias, menos sortidas e, obviamente, com preços mais caros. Há alguns “auto-services” que são um pouco mais sortidos e estruturados que as despensas, mas ainda são precários quanto ao atendimento, já que nem mesmo tem caixas para agilizar o processo de vendas. Os clientes podem escolher as mercadorias mas tem que passar no balcão para serem atendidos pelo dono ou dona e o atendimento é igual nas vendas de antigamente: um de cada vez e muito demorado. Em geral, as despensas e auto services são familiares, são uma extensão da própria casa do comerciante e há muito pouco ou nenhum profissionalismo. São muito mal equipados, alguns ainda usam balanças antigas e de ponteiro, não costumam ter nenhuma tecnologia agregada ao negócio, no máximo uma calculadora para somar a compra do cliente. São também muito resistentes quanto à modernização e profissionalização de seus negócios. Diante desse quadro, algumas empresas se adiantaram e começaram a instalar em vários pontos de Asunción e cidades próximas (Fernando de La Mora, San Lorenzo), pequenos mercados com o conceito Mini Market, ou seja, estabelecimentos com dois, três ou quatro caixas, layout moderno, gôndolas bem distribuídas e bem sortidas, loja bem sinalizada, açougue, verduras e padaria, bem ao tipo dos supermercados de bairro, tão comuns na região onde mais trabalhei, Paranaguá, Antonina, Morretes, Matinhos, Pontal do Paraná e Guaratuba, todas cidades do Litoral do Paraná. Três redes são pioneiras aqui, conforme pode ser visto no artigo do site i3. Cada uma dessas redes começou com apenas uma loja e hoje já tem várias lojas espalhadas por Asunción, entretanto, ainda há muitos locais mal servidos e que comportam muito bem mais lojas, inclusive de outras origens, o que se converte em uma  ótima oportunidade de negócios para mercadistas brasileiros que já tem grande experiência no mercado brasileiro mas por viverem sempre atolados em boletos e dívidas, não conseguem sequer manter uma única loja com as finanças saudáveis, devido ao custo governo e ao custo funcionário, que são extremamente pesados no Brasil. Se você montar uma primeira loja bem montada no Paraguai, em pouco tempo terá a segunda, depois a terceira… há ainda um grande mercado mal explorado por aqui e uma economia que está crescendo, enquanto que a economia no Brasil está quase entrando em colapso e um grande número de empresas estão fechando as portas. (Sei que o otimismo e a esperança voltaram reinar no Brasil, mas há ainda um grande caminho a percorrer) 


Oportunidade de negócios (3)

Segurança privada

Aqui no Paraguai, TODO cidadão pode comprar armas, dentro de regras claras, é claro, e por isso mesmo há um grande número de cidadãos que andam armados. Há inclusive lojas que vendem armas, abertas ao público, como havia no Brasil, nos anos 70 (em plena ditadura militar, pasmem). Embora a criminalidade e a violência no Paraguai sejam bem menores que no Brasil, há segurança privada em quase todas as lojas e locais de atendimento ao público e TODOS andam armados e não é com ‘revolvinho 38’ e sim com armas de grosso calibre e ostensivamente. Como aqui não existe a política do ‘coitadismo’ e a dos ‘direitos dos manos’ implementada pela esquerda no Brasil, a polícia aqui é bem armada e bem equipada e quando entra em ação, é pra valer, não é pra fazer carinho em bandido e nem jogar flores. Sabe quantos homicídios por 100mil pessoas por ano acontecem aqui? Apenas 7 (sete) contra 32 do Brasil. Isso porque a estatística inclui regiões de fronteira onde agem grupos terroristas do crime organizado brasileiro (CV e PCC e MST [O Brasil, ainda por cima, é exportador de criminalidade]), mas se eliminarmos isso das estatísticas o número de homicídios por 100mil pessoas por ano cai para menos que 4 (quatro) contra 32 do Brasil. Então a violência aqui é cerca de 1/8 (um oitavo) da do Brasil. Aqui bandido não se mete a besta, e pode-se andar tranquilamente nas ruas as 10 da noite, a meia noite, as duas da manhã. Sem medo e sem neuras. A polícia é muito presente e dificilmente você percorre mais que três quadras sem encontrar um ou dois policiais em posição de atenção, ou pelo menos uma viatura fazendo a ronda. Sobre a questão do armamento ou desarmamento, nem vou comentar. Leia o artigo sobre ‘porte de armas no Paraguai‘. É bastante esclarecedor. E estarrecedor também.


Tire suas dúvidas

Vou encerrar o artigo por aqui, mas estou aberto à sugestões e disponível para responder perguntas. Abaixo há um número de telefone com WhatsApp e um endereço de e-mail para contato. Então, se você tem interesse em investir no Paraguai, e deseja mais informações, esteja à vontade para solicitá-las. Como eu já estou vivendo no Paraguai, posso fornecer algumas informações que normalmente são difíceis de se obter quando se está fora daqui, até porque a internet é muito seletiva em suas pesquisas, graças ao Marco Civil Brasileiro. Eu mesmo tive muita dificuldade em conseguir informações precisas sobre o Paraguai enquanto ainda estava no Brasil. E isso acabou me custando perda de tempo e dinheiro, porque só se consegue saber certas coisas estando aqui, ‘in loco’, para depois descobrir que não era necessário estar aqui para dar início a certos procedimentos e trâmites, como por exemplo, a radicação temporária. Por isso, me coloco à disposição para ajudar e esclarecer dúvidas a todo cidadão brasileiro que tenha interesse em vir residir e investir no Paraguai.


Telefone:  +595 991 247500   –   e-Mail: eduardo.vanguard@gmail.com