O PARAGUAI QUE QUE VOCÊ NÃO CONHECE

UM BOM LUGAR PARA NEGÓCIOS

Se você já considerou a possibilidade de montar seu negócio em outro país, que tal conhecer o Paraguai? Empreender no Paraguai? Prosperar no Paraguai? 

SAIBA QUE:

No Paraguai, a carga tributária total que pesa sobre o cidadão, é de apenas 7%.

Você pode pagar melhor aos seus funcionários e ainda assim o custo funcionário é bem menor.

As leis são claras e de fácil entendimento e o sistema tributário é bem simples.

Existe livre mercado, o país está crescendo graças à políticas de crescimento bem definidas e em pouco tempo se obtém o retorno dos investimentos.

Baixo índice de violência e criminalidade.

Há oportunidades de negócios em todos os campos, comércio, indústria e serviços.


Esto es Paraguay!

Sistema tributário mais simples, custos trabalhistas menores, pouca burocracia e ambiente favorável para os negócios levam empreendedores brasileiros a investir no país vizinho. Os entraves nacionais, que sufocam empresários, empreendedores e trabalhadores, estão provocando um êxodo para o Paraguai. Nos últimos cinco anos, os brasileiros abriram sete de cada 10 indústrias do país vizinho.  Saiba mais…

 


Ranking da liberdade econômica

Em matéria de liberdade econômica ou livre mercado, o Brasil ocupa a posição 153 enquanto que o Paraguai ocupa a posição 82, numa escala que vai de 1 a 180 onde 1=Totalmente Livre e 180=Zero Liberdade. Os dados podem ser verificados diretamente no site ‘heritage.org’ e, de acordo com o site os países do mundo estão categorizados em 5 divisões, que podem ser vistas na figura à esquerda. O Brasil se encontra na categoria ‘4-Economia majoritariamente reprimida‘ enquanto que o Paraguai encontra-se na categoria ‘3-Economia moderadamente livre‘. Nessa classificação são levados em conta vários fatores importantes como: Estado de direito, Peso do governo, Eficiência regulatória e Abertura de mercados. No estado de direito são analisados quesitos como, direito e garantia à propriedade, integridade (honestidade) do governo e eficiência da justiça. No item peso do governo são analisados os gastos do governo, a carga tributária e a saúde fiscal. No item eficiência regulatória (ou clareza das leis) são analisados as liberdades para se fazer negócios, constituir empresas, relações trabalhistas, e liberdades monetárias. No item Mercados abertos são analisados o livre mercado, o livre investimento e facilidades de financiamento. Para que se tenha uma ideia do que significam esses números e categorias, vamos fazer algumas colocações. Na posição 1 dessa escala encontra-se Hong Kong, o país onde se tem total liberdade econômica, livre mercado, total garantia de direitos civis e direito à propriedade, etc., etc., etc. Na posição oposta, isto é, na posição 180, temos a Coreia do Norte e para que fique bem claro a posição do Brasil, na posição 179 temos a Venezuela e na posição 178 temos Cuba. Esses países estão na quinta categoria, economia 100% reprimida, onde não há livre mercado, não existe direito à propriedade privada, e são proibidos a livre iniciativa e o empreendedorismo. Encontram-se nessa categoria também,  a Bolívia e o Equador. A quinta categoria começa na posição 160 e o Brasil está a apenas 7 posições de distância, então conclui-se que faltava bem pouco, aliás muito pouco mesmo, para que o Brasil chegasse a mesma categoria onde se encontra hoje a Venezuela, bem como Cuba e Coreia do Norte. Todo um trabalho de aparelhamento do estado e das instituições estava sendo feito para isso. A começar pelas Receita Federal e as Fazendas Estaduais que foram aparelhadas com o que há de mais moderno e eficiente em termos de tecnologia, com o objetivo de assumir o total controle da vida das empresas e do cidadão, como você poderá ler em um parágrafo mais adiante. Se você não é um alienado esquerdista, acho que sabe muito bem o que isso quer dizer. Leia mais sobre isso no artigo do link a seguir.

https://elguaraniprospero.home.blog/2019/01/09/uma-cultura-centenaria/


Moeda e inflação

Agora vamos falar da moeda do Paraguai, isto é, do Guarani. O Guarani foi criado em 1943 e as primeiras cédulas começaram a circular em 1944 e desde então, nunca se cortou um único zero da moeda (já se passaram 75 anos). E mesmo por ocasião de sua criação, em substituição ao Peso Paraguaio, não houve corte de zeros, apenas uma mudança de nome com o objetivo de homenagear a cultura Guarani. Obviamente, ao longo de todos esses anos, houve uma inflação acumulada e atualmente os valores são todos expressados em múltiplos de mil. Uma passagem de ônibus coletivo em Asunción, custa 2.300 (dois mil e trezentos) Guaraníes. Já custou 2.200, já subiu para 2.400 e há poucos dias seu preço baixou para 2.300, uma característica de países onde existe de fato o livre mercado e a liberdade financeira e econômica: os preços acompanham o câmbio e sobem e descem, ao passo que no Brasil, os preços só sobem. Percebe-se também que há uma grande estabilidade econômica no Paraguai, a inflação anual varia de 3 a 4% e o crescimento econômico na última década tem alcançado índices surpreendentes, acima de 6% em alguns anos. Já no Brasil, a situação é bem diferente. Um ano antes da criação do Guarani, em 1942, já se precisou cortar três zeros da moeda brasileira, que na época era o Real (pronunciava-se Réis) e passou a se chamar Cruzeiro. Em 1967, já se fez necessário mais um corte de três zeros (Novo Cruzeiro). Em 1986 mais três zeros foram cortados e o Cruzeiro passou a se Chamar Cruzado. Em 1989, apenas três anos depois, mais três zeros foram cortados e passou a se chamar Novo Cruzado. Quatro anos depois, em 1993, mais uma vez se corta três zeros da moeda e passa a se chamar Cruzeiro Real. A inflação era tão grande e descontrolada nesses tempos, que, apenas um ano depois, com a criação do Real, foi necessário fazer uma conversão de 2.750 para 1, ou seja cada 2.750 cruzeiros passaram a valer 1 Real. Agora imagine se formos colocar de volta ao Real, todos os zeros perdidos: 1 Real valeria 2.750.000.000.000.000.000 Réis. (dois quintilhões e setecentos e cinquenta quatrilhões). Incrível, não e mesmo? E viva o Brasil.


Oportunidades de negócios (1)

Pontos de parada, vinculados a postos de combustíveis ou não, que comportem até dez ônibus.

Há muitíssimas oportunidades de negócios aqui no Paraguai. Falta ainda muita infraestrutura e o Paraguai hoje é um canteiro de obras, há obras por toda a parte, são edifícios sendo construídos,  estradas sendo construídas e/ou duplicadas, e isso cria muitas oportunidades que podem ser convenientemente aproveitadas para negócios de curto, médio e de longo prazo. Vou me focar em apenas três coisas, que são as que percebi mais diretamente e no caso das duas primeiras, senti muito a sua falta no pouco tempo que estou aqui. Falta, nas estradas, pontos de parada para ônibus. Há muitos postos de combustíveis, alguns com lanchonetes, restaurantes ou lojas de conveniência agregados, mas não há pontos com a devida estrutura para os que viajam de ônibus. Se você viaja muito pelo Brasil, já deve conhecer a rede Graal. É algo assim que falta por aqui, mas não com a mesma filosofia praticada no Brasil. Sim, porque no Brasil não se explora o negócio de viagens: explora-se o viajante com a prática de preços mais que abusivos, praticamente extorsivos. Também não se explora o Turismo, explora-se o turista. Devido à falta de locais apropriados, os motoristas das diversas linhas de ônibus, internacionais inclusive, tem que recorrer aos vendedores ambulantes para atender aos passageiros em viagens mais longas. Os motoristas param os ônibus em locais estratégicos, e então entra no ônibus uma vendedora de ‘Chipas’ que é uma especie de mini pão feito a base de farinha de milho, mandioca e queijo. Junto com a vendedora, quase sempre vem também um menino servindo o tradicional ‘cocido’ que para nós no Brasil é o chá mate misturado com leite. Se for numa hora mais quente do dia, esse mesmo menino (ou menina) serve algum tipo de suco gelado e oferece também refrigerantes e água mineral. É uma forma muito precária de resolver as coisas, mas é o que se tem por enquanto. Quem sair na frente e montar locais com estrutura para pelo menos dez ônibus e firmar convênios com as empresas e os motoristas, além de contribuir para a melhora da infra estrutura do país, vai ganhar muito dinheiro. Quando vim para Asunción pela empresa Catarinense partindo de Curitiba, questionei o motorista ainda em Cascavel, sobre onde iria parar para um lanche ou café da manhã. Ele me respondeu que depois que cruza a fronteira, não há nenhum lugar adequado para uma parada de ônibus e que ele ia fazer uma parada no Km 24 para entrar uma ‘Chipeira’ no ônibus e mais tarde pararia em um restaurante em Coronel Oviedo para almoço, que não era exatamente um local adequado mas foi o melhor que a empresa conseguiu encontrar. Quando parou para almoço, percebi que o lugar não tinha a menor condição para esse tipo de serviço, mal comportava dois ônibus estacionados em sua frente, mas a comida era boa e o atendimento rápido. Depois disso já viajei algumas vezes no eixo Asunción-Ciudad del Este que é o movimentadíssimo e as dificuldades dos motoristas são as mesmas: não há local com estrutura onde se possa estacionar um ônibus para que desçam de uma só vez 30 ou mais passageiros de cada ônibus e sejam atendidos rapidamente.


 Oportunidade de negócios (2)

Supermercados de porte médio com até 4 caixas

Pelo menos onde eu me encontro atualmente, em Asunción, há uma característica interessante: não há quase supermercados de médio porte, aqueles supermercados de bairro, com duas, três ou quatro caixas. Ou são gigantes, com 12, 18 e até 24 caixas, ou são pequenas despensas, como são chamadas aqui, mais ou menos parecidas com as antigas ‘vendinhas’ que haviam no Brasil nos anos 60 e 70, só que ainda mais precárias, menos sortidas e, obviamente, com preços mais caros. Há alguns “auto-services” que são um pouco mais sortidos e estruturados que as despensas, mas ainda são precários quanto ao atendimento, já que nem mesmo tem caixas para agilizar o processo de vendas. Os clientes podem escolher as mercadorias mas tem que passar no balcão para serem atendidos pelo dono ou dona e o atendimento é igual nas vendas de antigamente: um de cada vez e muito demorado. Em geral, as despensas e auto services são familiares, são uma extensão da própria casa do comerciante e há muito pouco ou nenhum profissionalismo. São muito mal equipados, alguns ainda usam balanças antigas e de ponteiro, não costumam ter nenhuma tecnologia agregada ao negócio, no máximo uma calculadora para somar a compra do cliente. São também muito resistentes quanto à modernização e profissionalização de seus negócios. Diante desse quadro, algumas empresas se adiantaram e começaram a instalar em vários pontos de Asunción e cidades próximas (Fernando de La Mora, San Lorenzo), pequenos mercados com o conceito Mini Market, ou seja, estabelecimentos com dois, três ou quatro caixas, layout moderno, gôndolas bem distribuídas e bem sortidas, loja bem sinalizada, açougue, verduras e padaria, bem ao tipo dos supermercados de bairro, tão comuns na região onde mais trabalhei, Paranaguá, Antonina, Morretes, Matinhos, Pontal do Paraná e Guaratuba, todas cidades do Litoral do Paraná. Três redes são pioneiras aqui, conforme pode ser visto no artigo do site i3. Cada uma dessas redes começou com apenas uma loja e hoje já tem várias lojas espalhadas por Asunción, entretanto, ainda há muitos locais mal servidos e que comportam muito bem mais lojas, inclusive de outras origens, o que se converte em uma  ótima oportunidade de negócios para mercadistas brasileiros que já tem grande experiência no mercado brasileiro mas por viverem sempre atolados em boletos e dívidas, não conseguem sequer manter uma única loja com as finanças saudáveis, devido ao custo governo e ao custo funcionário, que são extremamente pesados no Brasil. Se você montar uma primeira loja bem montada no Paraguai, em pouco tempo terá a segunda, depois a terceira… há ainda um grande mercado mal explorado por aqui e uma economia que está crescendo, enquanto que a economia no Brasil está quase entrando em colapso e um grande número de empresas estão fechando as portas. (Sei que o otimismo e a esperança voltaram reinar no Brasil, mas há ainda um grande caminho a percorrer) 


Oportunidade de negócios (3)

Segurança privada

Aqui no Paraguai, TODO cidadão pode comprar armas, dentro de regras claras, é claro, e por isso mesmo há um grande número de cidadãos que andam armados. Há inclusive lojas que vendem armas, abertas ao público, como havia no Brasil, nos anos 70 (em plena ditadura militar, pasmem). Embora a criminalidade e a violência no Paraguai sejam bem menores que no Brasil, há segurança privada em quase todas as lojas e locais de atendimento ao público e TODOS andam armados e não é com ‘revolvinho 38’ e sim com armas de grosso calibre e ostensivamente. Como aqui não existe a política do ‘coitadismo’ e a dos ‘direitos dos manos’ implementada pela esquerda no Brasil, a polícia aqui é bem armada e bem equipada e quando entra em ação, é pra valer, não é pra fazer carinho em bandido e nem jogar flores. Sabe quantos homicídios por 100mil pessoas por ano acontecem aqui? Apenas 7 (sete) contra 32 do Brasil. Isso porque a estatística inclui regiões de fronteira onde agem grupos terroristas do crime organizado brasileiro (CV e PCC e MST [O Brasil, ainda por cima, é exportador de criminalidade]), mas se eliminarmos isso das estatísticas o número de homicídios por 100mil pessoas por ano cai para menos que 4 (quatro) contra 32 do Brasil. Então a violência aqui é cerca de 1/8 (um oitavo) da do Brasil. Aqui bandido não se mete a besta, e pode-se andar tranquilamente nas ruas as 10 da noite, a meia noite, as duas da manhã. Sem medo e sem neuras. A polícia é muito presente e dificilmente você percorre mais que três quadras sem encontrar um ou dois policiais em posição de atenção, ou pelo menos uma viatura fazendo a ronda. Sobre a questão do armamento ou desarmamento, nem vou comentar. Leia o artigo sobre ‘porte de armas no Paraguai‘. É bastante esclarecedor. E estarrecedor também.


Tire suas dúvidas

Vou encerrar o artigo por aqui, mas estou aberto à sugestões e disponível para responder perguntas. Abaixo há um número de telefone com WhatsApp e um endereço de e-mail para contato. Então, se você tem interesse em investir no Paraguai, e deseja mais informações, esteja à vontade para solicitá-las. Como eu já estou vivendo no Paraguai, posso fornecer algumas informações que normalmente são difíceis de se obter quando se está fora daqui, até porque a internet é muito seletiva em suas pesquisas, graças ao Marco Civil Brasileiro. Eu mesmo tive muita dificuldade em conseguir informações precisas sobre o Paraguai enquanto ainda estava no Brasil. E isso acabou me custando perda de tempo e dinheiro, porque só se consegue saber certas coisas estando aqui, ‘in loco’, para depois descobrir que não era necessário estar aqui para dar início a certos procedimentos e trâmites, como por exemplo, a radicação temporária. Por isso, me coloco à disposição para ajudar e esclarecer dúvidas a todo cidadão brasileiro que tenha interesse em vir residir e investir no Paraguai.


Telefone:  +595 991 247500   –   e-Mail: eduardo.vanguard@gmail.com


 

3 pensamientos en “O PARAGUAI QUE QUE VOCÊ NÃO CONHECE

  1. Pingback: Paraguai, ótima opção de investimento - ÓtiMundo!

  2. paleoseti

    Não sei se o novo governo vai poder fazer muita coisa por aqui (usando essas regras dessa pseudo democracia), já que foram anos de aparelhamento e inchaço do Estado, então vou ficar alerta.
    Vou fixar residência na fronteira, para caso as coisas por aqui não ande como prometido, aí é só dar um pulo.

    Le gusta a 1 persona

    Responder

Responder

Introduce tus datos o haz clic en un icono para iniciar sesión:

Logo de WordPress.com

Estás comentando usando tu cuenta de WordPress.com. Cerrar sesión /  Cambiar )

Google+ photo

Estás comentando usando tu cuenta de Google+. Cerrar sesión /  Cambiar )

Imagen de Twitter

Estás comentando usando tu cuenta de Twitter. Cerrar sesión /  Cambiar )

Foto de Facebook

Estás comentando usando tu cuenta de Facebook. Cerrar sesión /  Cambiar )

Conectando a %s